Fazer compotas é para mim uma forma de terapia anti-stress. Tenho sempre compotas caseiras na minha despensa, quer para consumo pessoal, quer para oferecer aos amigos e conhecidos, sobretudo quando sou apanhada de surpresa.
Desde que descobri o que considero o melhor método de conservação, aumentei em muito o seu tempo de vida mantendo todos os seus atributos.
A primeira coisa a saber: a proporção de açúcar/ fruta nunca deve ser inferior a 800 g /1 kg. Caso contrário devem ser conservadas no frigorífico e consumidas num espaço/intervalo de tempo mais curto, pois o açúcar é um dos factores fundamentais da “longevidade” da compota.
O segundo aspecto é a escolha de frascos com tampas metálicas herméticas. Existem muitas alternativas nos supermercados, inclusive de tampas suplentes.
Não esterilizo os frascos e tampas antes de usar, apenas os lavo muito bem lavados.
Por fim, depois de ter a sua geleia pronta e enfrascada (não encha demasiado os frascos), pegue na sua maior panela, coloque um pano no fundo (opcional) e disponha os frascos em cima do pano. Evite que os frascos se toquem.
Cubra os frascos com água e leve ao lume médio. À medida que a água vai aquecendo, pode observar as bolhas de ar a saírem das tampas. Quando começar a ferver, ou as bolhas cessarem, desligue o lume e deixe arrefecer completamente dentro da panela com a água.
Habitualmente retiro os frascos apenas no dia seguinte.
O centro da tampa irá ficar ligeiramente côncavo, e quando abrir, vai ouvir aquele …PLOC!
Frescura e sabor garantidos por muito, mas mesmo muito tempo!
A Filha
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